Apenas palavras, de dias afora, de sentimentos aleatórios, de buscas interessantes. Voar de um polo para o outro sem pedir autorização e sem regras. Apenas um ato liberal. Escritos, descritos, achados e perdidos. A liberdade me anceia e eu anceio-a mais ainda.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Falta de controle
"Emoção (ou qualquer tipo de sentimento), que traidora você me saiu!
Me desmente assim na frente de todos,
Me faz tomar atitudes ridículas
que eu sempre detestei e neguei e nem sei."
Me desmente assim na frente de todos,
Me faz tomar atitudes ridículas
que eu sempre detestei e neguei e nem sei."
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Fatal e Inteiro
"(...) Eu serei forte como a alma de um animal e quando eu falar serão palavras não pensadas e lentas, não levemente sentidas, não cheias de vontade de humanidade, não o passado corroendo o futuro! O que eu disser soará fatal e inteiro!”
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Discurso livre, inspirado em Clarice Lispector
Ela fora ao trabalho normalmente, execeto pelo fato de estar acompanhada. Sentados lado a lado puderam desfrutar de estarem juntos pela manhã e logo mais tarde, podendo assim, amenizar a falta que fazem um ao outro.
Ele a acompanhara, pois havia tido a ideia no dia anterior, seria bom ficar mais tempo com sua amada.
O trajeto longo, com inúmeras paradas, pareceu passar tão rápido, como nunca antes fora. Algo inédito.
O horário já era avançado, a hora já dizia que já deu o que tinha que dar.
15 minutinhos.
Tomar café nunca fora tão bom. Fartura de delícias e fartura de amor. Não sabiam onde estavam mais, porém a insaciável vontade tornara-se em desejo.
Talvez eu conheça um lugar para ficarmos juntos, apenas 1 horinha, é o que precisamos.
O que deveria ser apenas uma companhia ao trabalho, tornou-se em um dia inteiro de brincadeiras e sorrisos que jamais serão esquecidos. Afagando-se nele, ela não aguentara a vontade de tê-lo para sempre. O que ele talvez queria era tê-la mais perto e poder presenteá-la com fotos e refrescos.
Ele deitara em seu colo, em uma escadaria de uma praça, cujas conversas, absurdamentes saudáveis e queridas, soaram como músicas e tudo estava dissipado.
Existe amor naquela bolha (só deles).
Ele a acompanhara, pois havia tido a ideia no dia anterior, seria bom ficar mais tempo com sua amada.
O trajeto longo, com inúmeras paradas, pareceu passar tão rápido, como nunca antes fora. Algo inédito.
O horário já era avançado, a hora já dizia que já deu o que tinha que dar.
15 minutinhos.
Tomar café nunca fora tão bom. Fartura de delícias e fartura de amor. Não sabiam onde estavam mais, porém a insaciável vontade tornara-se em desejo.
Talvez eu conheça um lugar para ficarmos juntos, apenas 1 horinha, é o que precisamos.
O que deveria ser apenas uma companhia ao trabalho, tornou-se em um dia inteiro de brincadeiras e sorrisos que jamais serão esquecidos. Afagando-se nele, ela não aguentara a vontade de tê-lo para sempre. O que ele talvez queria era tê-la mais perto e poder presenteá-la com fotos e refrescos.
Ele deitara em seu colo, em uma escadaria de uma praça, cujas conversas, absurdamentes saudáveis e queridas, soaram como músicas e tudo estava dissipado.
Existe amor naquela bolha (só deles).
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Paixão segundo G.H
“Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia – a covardia é o que de mais novo já me aconteceu, é a minha maior aventura, essa minha covardia é um campo tão amplo que só a grande coragem me leva a aceitá-la –, na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir. É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me mesmo seja de novo a mentira que vivo.”
Clarice Lispector
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