sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Uma ligação pode mudar seu dia inteiro.

Você é fraca!

Falta de controle

"Emoção (ou qualquer tipo de sentimento), que traidora você me saiu!
Me desmente assim na frente de todos,
Me faz tomar atitudes ridículas
que eu sempre detestei e neguei e nem sei."




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Fatal e Inteiro

"(...) Eu serei forte como a alma de um animal e quando eu falar serão palavras não pensadas e lentas, não levemente sentidas, não cheias de vontade de humanidade, não o passado corroendo o futuro! O que eu disser soará fatal e inteiro!”

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Discurso livre, inspirado em Clarice Lispector

Ela fora ao trabalho normalmente, execeto pelo fato de estar acompanhada. Sentados lado a lado puderam desfrutar de estarem juntos pela manhã e logo mais tarde, podendo assim, amenizar a falta que fazem um ao outro.
Ele a acompanhara, pois havia tido a ideia no dia anterior, seria bom ficar mais tempo com sua amada.
O trajeto longo, com inúmeras paradas, pareceu passar tão rápido, como nunca antes fora. Algo inédito.
O horário já era avançado, a hora já dizia que já deu o que tinha que dar.
15 minutinhos.
Tomar café nunca fora tão bom. Fartura de delícias e fartura de amor. Não sabiam onde estavam mais, porém a insaciável vontade tornara-se em desejo.
Talvez eu conheça um lugar para ficarmos juntos, apenas 1 horinha, é o que precisamos.
O que deveria ser apenas uma companhia ao trabalho, tornou-se em um dia inteiro de brincadeiras e sorrisos que jamais serão esquecidos. Afagando-se nele, ela não aguentara a vontade de tê-lo para sempre. O que ele talvez queria era tê-la mais perto e poder presenteá-la com fotos e refrescos.
Ele deitara em seu colo, em uma escadaria de uma praça, cujas conversas, absurdamentes saudáveis e queridas, soaram como músicas e tudo estava dissipado.
Existe amor naquela bolha (só deles).

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Paixão segundo G.H

“Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia – a covardia é o que de mais novo já me aconteceu, é a minha maior aventura, essa minha covardia é um campo tão amplo que só a grande coragem me leva a aceitá-la –, na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir. É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me mesmo seja de novo a mentira que vivo.”


Clarice Lispector