terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Amiga, te contei?

Oláááá!!
Abandonei você, não é mesmo?
Calma, Estou de volta e com muitas novidades.
Estou com outro blog e gostaria que dessem uma olhada:
Amiga, te contei? e na página do Facebook.
Olhem amores, me deem essa forcinha.
Aqui sempre será meu diário!
Beijinhos

terça-feira, 22 de maio de 2012

A vida é engraçada. Melhor, as pessoas são engraçadas. Falam tanto, são tão certas, são tão mais inteligentes e no final é tudo igual. O mesmo sangue que corre em mim, corre em você e que aconteceu? Você se transformou em mim? O que houve? Está tudo de ponta cabeça e eu vejo você em mim e me vejo em você. Hey? Que mundo é esse? Trocaram as personagens de lugar e não me avisaram?
Estou tão confusa e tudo me irrita facilmente que perco a noção de quem eu sou. É tanto juízo, tanta coisa em jogo e tudo que sinto é que cada vez mais tenho mais repulsa a tudo isso.
Dá vontade de chorar, dá vontade de voltar, dá vontade de esquecer tudo, mas não tem mais espaço, nem caminho, nem querer.
A vida é simples, nós que complicamos. Verdade. Tá tudo complicado.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Entusiasmo

"Oro a Deus não pedindo cargas mais leves, e sim ombros mais fortes. 
E tenho repetido que no que depender de mim, me recuso a ser infeliz. 
As coisas vão dar certo. 
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz!!!"


terça-feira, 17 de abril de 2012

Suck

"Because we belong together now, yeah
Forever united here somehow, yeah
You got a piece of me, and honestly
My life, would suck, without you"

8 meses, vida, de muita vida!























"Eu serei o abraço que te aquece
Para que você seja o sol que rompe a tempestade
Eu ficarei bem e dormirei tranqüila
Contanto que você esteja por perto"

segunda-feira, 16 de abril de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Manhã de quarta

Quando fecho meus olhos, vejo purpurina.
Não porque imagino purpurina.
Porque ao fechar meus olhos vejo minha alma.
Uma alma cheia de brilho, luz própria.
Não me esquivo ao comparar minha singela alma.
Purpurina, brilho, glamour.
Auto-estima lá em cima.
Ou um pouquinho de egoismo.
Não faz mal pensar em mim.



(JARDINS, Paula. Purinando minha vida - Inspirado no blog da Maria Filó)

terça-feira, 27 de março de 2012

Legião Urbana e minha vida

Sempre precisei de um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto.
E destes dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos

(Todas as consequências de atos pensados durante muito tempo, por justificativa de um passado que infelizmente nunca se foi)

Esse é o nosso mundo:
O que é demais nunca é o bastante
E a primeira vez é sempre a última chance.
Ninguém vê onde chegamos:
Os assassinos estão livres, nós não estamos.

(Sentia-me sempre presa e quanto mais eu fazia, menos eu prestava. E todos que eram tão ruins quanto o que diziam que eu era? Livres e felizes.)

Vamos sair, mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão procurando emprego
Voltamos a viver como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas.

(Independente de qualquer coisa, a vida me foi solicita, porém cada atitude me elevou a responsabilidade, por fim a maturidade prematura)

Vamos lá, tudo bem - eu só quero me divertir.
Esquecer, dessa noite ter um lugar legal pra ir...
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas possam se encontrar.

(A decisão já foi tomada e eu me fui. Queria ter paz, pelo menos uma noite sem sentir aquele medo de chegar e correr para meu único meio de fuga: dormir. Hoje separados todos, nós estamos e talvez perdidas umas das outras.)

Quando me vi tendo de viver comigo apenas
E com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei

(Me vi inúmeras vezes chorando, derramando lágrimas que naquele momento demostravam minha dor e até nas coisas boas, me sinto incompleta.)

Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo, eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir

(Hoje dou valor a mim, ao que tenho e aos meus sonhos. Valorizo e invisto neles, embora eu desanime, chore e pense em desistir, minha fé não me deixa.)



terça-feira, 20 de março de 2012

Muito além de um simples cantar ...

Por isso eu canto em teu ouvido, porque cantar me eleva a alma, assim como um beijo teu. Fecho meus olhos aos cantar e perco-me, todavia ao fechar meus olhos para beijar-te, encontro-me. Declaro-me com a dança da voz, talvez nem tão perfeita, porem totalmente envolvida com esse amor que me envolve.

sexta-feira, 16 de março de 2012

1 aninho ♥

A 1 ano atrás, dia 16/03 era uma quarta-feira e eu jamais poderia imaginar que um amigo de muito tempo iria me convidar para sair,  ainda mais depois do selinho que rolou uma semana antes no cinema. Nunca imaginei que teria coragem de falar novamente com ele tão rápido. Ele não era um estranho. A 1 ano atrás, a vida me deu 2 escolhas: continuar do jeito que eu estava ou mudar completamente o rumo da minha história.
Estava tudo tão bagunçado dentro de mim. Sentia-me carente como nunca havia antes. Sentia-me sozinha, precisando de alguém do lado, como nunca precisei antes. Embora todos os meu sentimentos e razões estivessem  misturados eu sentia que precisava espairecer um pouco, fugir de toda aquela rotina de "desilusão" que eu estava passando. A 1 ano atrás eu não queria nada além de liberdade, sem nada e nem ninguém, mas mediante a tudo que se acontecesse na vida da gente, eu queria ter alguém para ligar e não tinha. Eu queria ter alguém para ser eu mesma e poder aproveitar, sem pressão. Daí hoje, eu vejo que ele é tudo aquilo que eu queria naquele momento e para completar, a fuga de toda aquela loucura, fez germinar em mim algo que me fazia bem. A 1 ano, encontro-me com a mesma pessoa, pois depois do primeiro beijo, a escolha da minha vida já tinha sido feita e nesse exato instante eu vejo que escolhi mudar o rumo da minha história e nada mais será como antes, NUNCA. Se hoje, somos o que somos um para o outro, é porque nos 5 meses que antecederam a concretização do namoro, é porque houve paciência, cuidado, estratégia (rs), carinho e troca. Não sei exatamente quanto tempo o conheço, aproximo a uns 9, 8 anos, porem sei exatamente o quanto esses 1 ano juntos significaram para mim.
Parabéns a nós, por toda a troca de amor e carinho que sempre tivemos um pelo outro e aos 7 meses da melhor decisão da minha vida, que foi querer você na minha vida.

Dedicado ao melhor.
Obrigada Deus pelo "presente" Diego na minha vida.

terça-feira, 13 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vida que não tem cordão umbilical

É que tenho me sentido triste, sem estar. Sozinha, sem estar. Com o coração apertado, sem estar.
Existe um buraco bastante florido em mim, que me adorna de uma singeleza que não há, de um perfume agradável, que não tem. É um frio, no calor da minha alma. É o escutar e não ouvir. Não contente, me machuca mais um pouco. Calada e tão distante. Ambas parecem não se importar. É um não estar, sem saudades, mas estando mesmo assim ligado em algumas palavras não ditas. Será que volto? É um morrer todo dia de tanto chorar sem lágrimas. É ignorar e pedir que nunca chegue o dia que ressurja. Tão complicado e o fugir gera tanta quietude. Chega a assustar, querendo sua cama, sua vida e tendo que voltar todos os dias para uma cama desconhecida. Dói a alma de querer que passe a fase, que entre em casa e só veja retratos e coisas suas. É a vida caminhando chia de livros e uma vontade imensa de que chegue logo, mas que seja proveitoso e demorado cada minuto que decorre até chegar. É um ser meio transparente, meu eu displicente. Sorrindo a alma de uma parte que todos matam e morrem e eu apenas deixei de lado, por apenas achar que sou forte. Não sou forte, estou fraca de ser forte. Estou cheia de fraquezas fortes, fortalezas de afastamento. É um não ter o que falar. Calar-me num assunto que todos têm uma opinião. Seu pai, sua mãe. Quem? Ter e não ter e estar cheia de vontade de recomeçar, reconstruir e no momento chorar. Nada é meu e o que é meu é tão pequeno. É um querer fugir, já tendo fugido. Fugir de quê? Do desespero, da tristeza e da solidão que as vezes me sonda ao derredor, mesmo achando que são coisas normais da mente, é sentimento, é pele e arrepio.
Quero colo.

Não me ...

Não me ignore.
Não me confunda. 
Não me engorde.
Não me sacuda.
Não me acorde.
Não me toque.
Não me ire.
Não me obrigue.
Não me detenha.
Não me suspenda.
Não me suje.
Não me acuse.
Não me surja.
Não me iluda.
Não me repreenda.
Não me prenda.
Não me rebaixe.
Não me condene.
Não me seja.
Não me diga.
Não me chame.
Não me ligue.
Não me conte.
Não me siga.
Não me esqueça.
Não me tenha.
Não me esqueço.
Não me tenho.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O palco da minha vida

E eu talvez não esteja onde eu gostaria de estar e possivelmente estou me deixando mais confusa que o normal. Voltando para uma casa que não é minha e pertencendo a um lugar que não é meu, o convívio é um convite para a liberdade. É muito fácil ter tudo nas mãos, mas se rebaixar para poder viver talvez seja indigno de tal forma. Chorar nunca resolve nada, porém mostra o desespero que as vezes me toma. Um momento não é igual ao outro e nada se pode fazer. Apenas esperar o tempo passar e aguardar o que ele nos têm. Não encontro-me parada, apenas não estou bem o suficiente para dizer que felicidade, agora, é algo tão bom. Dois pontos distintos formam uma reta, mas essa é uma corda bamba, que beira um precipício. Acima de mim o céu tão azul e embaixo uma cama que repouso, meu próprio buraco. É tudo muito diferente. Nada é seu! Acostume-se com ligações tranquilas e noites confusas. Com a paz ao abrir a porta e o chão empoeirado. Nada de gritos, mas sujeita a machucados na própria pele. Cheiros e gostos estranhos ao seus sentidos e serenidade ao longo do período de afastamento.

Perfect


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Intelectual?

      “Outra coisa que não parece ser entendida pelos outros é quando me chamam de intelectual e eu digo que não sou. De novo, não se trata de modéstia e sim de uma realidade que nem de longe me fere. Ser intelectual é usar sobretudo a inteligência, o que eu não faço: uso é a intuição, o instinto. Ser intelectual é também ter cultura, e eu sou tão má leitora que agora já sem pudor, digo que não tenho mesmo cultura. Nem sequer li as obras importantes da humanidade. 
[...] Literata também não sou porque não tornei o fato de escrever livros ‘uma profissão’, nem uma ‘carreira’. Escrevi-os só quando espontaneamente me vieram, e só quando eu realmente quis. Sou uma amadora?
       O que sou então? Sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe, sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável. Sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana ou animal.”